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terça-feira, 12 de janeiro de 2010


O perigo da duplicidade


Texto: Gen.30:25ª43


Introdução: A pior coisa é viver uma vida dupla, de mentiras, deixando rastros e enganos para trás, viver uma vida de representação, uma farsa. Viver em dois mundos de fantasias. Judas durante três anos mentiu, enganou sem que ninguém suspeitasse, quando Jesus falou que alguém o trairia ninguém desconfiou de Judas, mas cada um de si mesmo. Jacó começou sua vida dupla, enganando seus irmãos depois seu pai, e ai, encontra um “casca dura”, seu sogro Labão. Jacó o suplanta. Sua vida é um exemplo para nós vivermos uma vida de transparência. Quando é que podemos perceber se estamos levando uma vida de duplicidade?

1) Quando acreditamos que sempre podemos ganhar um pouco mais (26ª28)

- Na ânsia de ganhar um pouco mais ele abdicou do direito de ir embora, aproveitando uma proposta tentadora de seu sogro para ganhar mais.
- A vontade de ganhar era tão grande que tirou o medo de perder, ou qualquer resquício de temor a Deus.
- Começou a fazer negócios escusos. Não conseguia dizer chega. Não conseguia parar com o erro.

2) Quando vivemos a "lógica" que ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão.

- Talvez ele pensasse: Enganei meu pai e meu irmão que eram justos, por que não enganar esse sogro cafajeste e ladrão?
- Na verdade ladrão que rouba ladrão, é ladrão também.
- Nunca queira pagar ninguém com a mesma moeda.

3) Quando nos achamos mais espertos e poderosos que todo mundo

- Vou mostrar quem é mais esperto. Enquanto vem com o milho, já vou com a polenta pronta.
- Todos são babacas. Posso parar a hora que eu quiser, os outros não param por que são panacas.
- Ele encontra no vau de Jaboque, alguém que era mais forte do que ele (Gen.32).

4) Quando acreditamos que Deus não se incomoda de usarmos seu nome egoisticamente.

- Labão pensava que sua casa prosperava por causa de Jacó, mas não era.
- Jacó não tinha a benção de Deus e prosperava, dava certo, por que ele era bom naquilo que fazia.
- A Bíblia tem valores que não estão atrelados a benção ou maldição.
- É preciso voltar com o restinho de integridade que temos. É preciso deixar de ser Jacó e virar Israel.

E Após a Conquista?

E Após a Conquista?


Livro de Josué (continuação e complemento da mensagem: “ Segredos da Conquista”)

Introdução: A gente pensa nas muralhas de Jericó como se fosse o último ato realizado por Josué. Como se logo após aquela maravilhosa conquista, tudo tivesse terminado ali. Mas a vida é um processo continuo e segue sempre avante, não permitindo espaços para descanso e nem comodismo. E aprendemos com isso que existe mais coisas pós conquista que antes dela. Vejamos isso:

1) Não subestime os problemas seguintes.
Por menor que sejam as dificuldades pós conquista, o adversário sempre continuará sendo perigoso. Existe um pensamento que quem vence um gigante, o anão é fichinha. Mas é um engano. Isto se chama subestimar o adversário, que pode parecer inferior ao anterior, mas continua sendo adversário, e perigoso. Na cidade seguinte em Ai, mandaram apenas três mil homens, pensando que venceriam fácil. Voltaram humilhados (Jos. 7:3ª5).

2) Cuidado com os “aproveitadores de benção”.
Pessoas que estão destinadas à derrota, e que tentarão uma aliança de sobrevivência ás suas custas, aproveitando-se da sua benção. As vezes, o auge é mais perigoso do que quando estamos por baixo. Sempre aparecerá os fracassados da vida, querendo “carona” na sua vitória. Ninguém chuta cachorro morto, nem atira pedra em árvores sem frutos. Cuidado com fingimento (embaixadores), sacos velhos, odres velhos, roupas rasgadas, sapatos velhos, pão seco e bolorento (9:4ª6).

3) Lembre-se que Deus sempre continuará disposto a te honrar diante das situações adversas. Nunca pense que a maior vitória foi a última, por mais bela que ela pareça. As muralhas caindo foi sobrenatural, lindo e glorioso, mas imagine a natureza parando seu curso normal debaixo de suas ordens. Sol e Lua parando é muito mais fantástico do que muralhas caindo. Quem derrubou as muralhas continuará operando maravilhas. Virá ajuda divina (chuva de pedras) e auxílio profético (sol e lua obedecerão o comando da sua voz) (10:12, Prov.18:21).

4) Ainda haverá conquistas, independente das que você já conseguiu.

Nunca pense que acabou seu ciclo. Quem encerra sua história e seu ministério é o Senhor, jamais qualquer circunstâncias. Enquanto puder conquistar conquiste. Não se acomode no topo, mesmo por que ele não existe. Não se acomode, não entregue os pontos, nunca baixe a guarda. Levante-se, continue conquistando e possuindo sua benção (13:1e2).


Os Segredos de uma Conquista

Segredos da Conquista



(Jos.6)

       Introdução: Uma conquista impossível. Um povo recém saído da escravidão, nômades no deserto, sem exército, sem armas, sem táticas humanas. Apenas com a orientação divina do Divino capitão a Josué. Além disso, ainda tinha a gigantesca muralha de Jericó, intransponível e motivo de orgulho para os moradores daquele lugar. Como conseguiram conquistar? Deus os orientou através de Josué, e podemos hoje tirar lindas lições para nosso dia a dia. Vejamos:

       1) Segredo de fazer o inimigo achar que nada mais ia acontecer. Dar voltas em torno da muralha durante seis dias e voltar para o arraial (3), sem aparentemente nenhuma intenção concreta. Se os habitantes de Jericó estavam com medo, após aquelas voltas aparentemente infrutífera em torno das muralhas, acharam que nada mais aconteceria, e retomaram suas rotinas diárias.

       2) Segredo de fazer silêncio. A ordem de Josué era que o povo guardasse silêncio, reservando as energias para só gritar no último dia. Iriam vencer calados, esperando a hora certa de gritar (10). As vezes, nossos queixumes e murmurações atrapalham o agir de Deus, por isso, Ele nos manda guardar silêncio, só abrindo a boca quando o Senhor determinar.

       3) Segredo de nunca usar as armas do inimigo, mas deixar a presença do Senhor (a arca), falar por nós (13). Veja que os armados iam à frente do povo, mas aquelas armas não eram para serem usadas. Era bom mostrar ao inimigo que eles sabiam até usar suas armas comuns, mas não iriam usá-las, pois quem pelejaria pelo povo era o Senhor. Sabemos até fazer o que eles fazem, sabemos até usar suas armas, mas para que? Se a presença poderosa de Deus fala por nós?

Ilustração: Duas vizinhas viviam em constantes brigas, até que um dia, uma delas embrulha fezes numa caixa de presente e envia para a outra. Dias depois, veio a resposta. A outra comprou um lindo vestido e mandou em uma caixa com embrulho semelhante. A algoz, recebeu a caixa pensando que teria o troco a altura, e qual não foi sua surpresa ao ver que era um belo vestido. Junto ao vestido estava um bilhete: Cada um dá aquilo que tem. Você pode até ter armas iguais ao do inimigo, mas não há use, deixe o Senhor pelejar por ti.

       4) Segredo de uma mudança radical no último dia. A ordem era uma mudança radical no último dia: dar sete voltas ao invés de uma só. É hora de mudar a velha rotina (15). É momento de recebermos a vitória, e esse momento indica uma mudança de comportamento. José se barbeou e trocou as vestes para falar com o rei Faraó. Em Isaias 55, Deus manda uma viúva estéril mudar o comportamento, vestes, e ampliar a casa, pois ela seria surpreendida por bênçãos em profusão deitadas em seu regaço. É hora de mudança de hábitos, rotinas e costumes. A vitória traz mudanças abençoadoras.

       5) O segredo de nunca mais termos lembranças do inimigo, amaldiçoado por Deus (26). A ordem de Deus era o massacre absoluto e total dos inimigos. Não era nem mesmo para se ter lembranças dele, nem voltar buscar nada. É maldição voltar ao passado. Acã tentou ficar com a capa babilônica e morreu.