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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Um Perigoso Silêncio

Um perigoso silêncio

     A Bíblia sempre nos manda guardar silêncio diante de Deus ( Sal.46:10, Ec.5:2). Mas sempre que Deus trata conosco, Ele quer ouvir de nós uma palavra, um pedido, uma argumentação, ou mesmo, uma resposta às suas perguntas à nosso respeito.

"E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo vestido nupcial? E ele emudeceu" (Mat.22: 12).

UM CASAMENTO CONTURBADO

     O Senhor Jesus nos conta uma parábola em Mat.22, do casamento do filho de um rico e poderoso rei. Um lauto e farto banquete foi oferecido, mas parece que não havia nenhuma disposição dos empregados oficiais do rei em comparecer na festa das bodas. O rei manda seus mensageiros oficiais convidá-los e eles fazendo pouco caso do rei e seu filho, inventaram as mais variadas desculpas para não comparecerem.

     O rei se entristece, não esperava aquilo de seus funcionários de extrema confiança. Tentando ser benevolente, manda uma segunda equipe de mensageiros convidá-los. Mas ai, a coisa foi bem pior. Eles simplesmente espancaram seus oficiais, ferindo-os e apedrejando-os, até mesmo matando-os. A ira do monarca transbordou e, usando de sua autoridade real, enviou seu poderoso e bem treinado exército àquela cidade, e matou-os, incendiando a cidade daqueles homicidas.

     Mas o casamento teria que acontecer. Era o assunto do momento. O casamento do futuro herdeiro seria o maior daqueles tempos. Imagine porém uma festa sem convidados. Seria um verdadeiro fiasco, e mostraria aos reinos vizinhos que o rei estava sem prestígio.

     Como já estava tudo preparado, bois e cevados mortos e suculentamente assados, e o rei precisava de "quorum", pediu aos seus mensageiros que fossem as saídas dos caminhos, e convidassem a todos os que encontrassem. Independente de classificação social. A festa teria que acontecer, e quem seriam os convidados, era o que menos importava àquela hora.

     Imagine que tipo de gente foi convidada, diz o texto: "...tanto maus como bons..." (Mat.22:10). Não havia distinção de pessoas. Eles vieram. Atenderam de bom grado o convite real. Para eles era um fato novo, algo muito especial atender aquele honroso e inesperado convite. Entraram sem serem merecedores no lugar dos que mereciam tamanha honraria.

O EXTASE DA FESTA

     Derrepente, o mestre de cerimônias anuncia: Atenção senhores, o monarca estará adentrando o salão, para ver e cumprimentar todos os convidados. Lá vem o rei. Cercado pelo seu séquito, com o filho ao lado, e ao invés de fazer uma saudação coletiva, ele prefere ir individualmente cumprimentar os convidados, tamanha era sua alegria em tê-los ali. O som da música é silenciado, as luzes são acesas, e o rei começa a conversar com seus convidados: Olá, como vais, oh! Que bom que você veio, fique a vontade...

     Os olhos reais posam num canto, e lá estava um homem, com expressão carregada, semblante sério, olhar aflito. O motivo? Estava sem uniforme de gala. O rei vai até ele, e em tom amistoso lhe dirige a palavra: "...Amigo, como entraste aqui, não tendo vestido nupcial? " . O rei lhe fez uma pergunta. E o que diz o texto bíblico? Ora, o rei esperava uma resposta dele, mas ele simplesmente calou-se: "...E ele emudeceu".

     Aquelas pessoas pobres e miseráveis, convidadas de última hora para participar das bodas, certamente não teriam condições de comprar uma roupa especial requerida pelo monarca, daí então entendermos que o próprio rei custeou suas vestimentas de gala. Talvez, aquele homem afoito para entrar logo na festa, não quis enfrentar a fila de pessoas para trocarem de roupa, e julgando sem importância as vestes, entrou para o salão sem elas, usando suas roupas normais.

     Mas pelo que entendemos, o maior erro, não foi ele ter entrado sem as roupas nupciais. O maior erro, foi ficar calado diante da figura real, e não responder sua pergunta. Vale dizer que o rei foi simpático com o homem, chamou-o de "amigo" , mas ele calou-se. Era hora dele desculpar-se diante do rei, pedir-lhe uma chance de trocar-se, colocando as vestes exigidas para o momento. Mas ele calou-se.

O SILÊNCIO É PERIGOSO

     Essa parábola nos traz significados especiais. Lindas revelações espirituais para todos nós. Primeiro, o rei da história é nosso Deus. As bodas é o reino de Deus. Os convidados somos nós, integrantes da nova aliança, convocados para assumirmos o lugar do povo da promessa que rejeitaram o Filho de Deus: "Veio para o que era seu (Israel) , e os seus não o receberam. Mas a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (Jo.1:11e12).

     Nossas vestes foram dadas pelo próprio Deus, não foi nossa justiça pessoal que nos credenciou, mas o sangue do glorioso Filho de Deus, o próprio Senhor Jesus (Ap.6:11), e é preciso uma constante limpeza e renovação dessas vestes, pois o próprio Deus exige isso: "Em todo tempo sejam alvos os teus vestidos..." (Ec.9:8a).

QUANDO DEUS PERGUNTA

     Deus tem uma forma muito especial de falar com seus filhos. Ele gosta muito de fazer-nos perguntas. Existe em Deus vários atributos maravilhosos, mas pelo menos três se destacam nesse assunto que estamos considerando. PRESCIÊNCIA - Por esse atributo, Deus toma conhecimento de algo antes que ele venha a acontecer. ONISCIÊNCIA - Esse revela Deus como conhecer de tudo o que está acontecendo no momento. ONIPRESENÇA - É Ele estar presente em qualquer parte que queira, sem depender da lei da física, de transporte e tudo mais. Mesmo tendo esses maravilhosos atributos, e saber tudo que vai se passar, ou está se passando de forma imediata por sua presença no próprio local do evento, Deus intervém fazendo perguntas, mesmo sabendo a resposta que iremos lhe dar.

     Perguntas: Esse é o meio de Deus tratar conosco.

Pergunta Despertadora

"E chamou o Senhor Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?" (Gen.3:9)

Pergunta Responsabilizadora

"E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão?... Que fizeste?..." (Gen.4:8e10).

Pergunta Transmissora

"E o Senhor disse-lhe: Que é isso na tua mão? E ele disse: uma vara (Ex.4:2).

Pergunta de Rejeição

"Então disse o Senhor a Samuel: Até quando terás dó de Saul?..." (I Sam.16:1).

Pergunta Desafiadora

"Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós?..." (Is.6:8).

Pergunta Auxiliadora

"E Jesus, parando, chamou-os, e disse: Que quereis que vos faça?" (Mat.20:32).

Pergunta Provocadora

"E ali entrou numa caverna e passou ali a noite. E eis que a palavra do Senhor veio a ele, e lhe disse: Que fazes aqui, Elias?"(I Reis19:9).

Pergunta Perdoadora

"E endireitando-se Jesus e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão os seus acusadores? Ninguém te condenou? (Jo.8:10).

     Enfim, as perguntas, são meios que Deus usa para nos trazer de volta a realidade, e tirar-nos de um momento fantasioso que vivemos. Mesmo sabendo o que se passa conosco, Ele utiliza-se de perguntas para saber nossas respostas. Quando o rei entrou naquele salão, e enxergou aquele homem sem vestes nupciais, ele bondosamente lhe chama de amigo. Cabia aquele homem, declarar-se ao rei, pedir clemência, ajuda, uma nova chance, e com certeza, o rei lhe daria isso. Mas a Bíblia diz que ele emudeceu.

POR QUE ELE EMUDECEU?

Síndrome do Medo

     Talvez foi o medo que levou aquele homem a ficar em silêncio diante do rei. Talvez, ao ver a autoridade real, o séquito real, toda a glória do monarca, achou que de nada adiantaria suplicar seu auxílio. O rei era muito grande e poderoso para ouví-lo.

     Penso que é exatamente isso que tem acometido muitos relacionamentos Deus X Homem. Enxergam Deus grandioso demais para perdoar seus erros e pecados. Muitos hoje pecam, perdem suas vestiduras espirituais e acham que Deus nunca mais os ouvirá. Para muita gente, talvez devido ao legalismo em que foram criados, a visão de Deus, é de um velho carrancudo, assentado sobre um trono, longas barbas brancas, com o olhar soturno e carregado, soltando faíscas de seus olhos, com açoite nas suas mãos, castigando seus filhos aqui na terra, todas as vezes que eles erram.

     Estão acometidos de uma síndrome de medo. Sentem medo de um Deus irado nos céus. Para elas, Deus não sorri, não ama, não se apaixona pelo ser humano. Deus está sempre irado. Esse é o engano da religião. Eles precisam conhecer o lado amigo de Deus. Precisam sair desse gesso religioso, que os faz prisioneiros de um peso espiritual que se torna, servir a esse Deus. Quantos filhos trazem consigo a imagem do Deus carrasco, ensinado pelos pais, um Deus que está no mesmo patamar da Cuca, Lobisomem, Lobo Mau, Saci Pererê e todas essas criaturas que povoam o imaginário infantil, que os pais inventavam para ter o medo e respeito dos filhos, para os conservarem dentro de casa.

     A Bíblia apresenta Jesus chorando duas vezes apenas, no mais, Jesus vivia sempre exalando simpatia, a ponto de onde chegar, ser cercado pelas criancinhas que queriam sua presença. Uma pessoas antipática, não consegue atrair a simpatia infantil. Jesus, era amigo e sorridente (Mar.10:13a16).

     Vale dizer então, que Deus não tem limites para perdoar. Tire de seu coração esse pensamento de um Deus que não vai perdoar seu centésimo pecado, seu milésimo erro. Isso certamente é uma artimanha do diabo para silenciar suas orações e seus clamores à Deus. Não estou com isso abrindo a porta para você abusar da graça e misericórdia divina, só estou abrindo as portas do perdão de Deus para sua vida. O segredo é nunca, jamais silenciar-se diante de Deus. Se caiu, corra depressa, imediatamente aos pés do Senhor suplicando seu perdão, isso, quantas vezes for necessário (Lam.3:22e23, Mat.18:21e22).

PERDÃO PROGRESSIVO OU INSTANTÂNEO?

     Outro erro daquele homem, foi achar que o rei não poderia perdoar naquele momento. Existia um conceito falsamente divulgado entre os fariseus que Deus não perdoava a pessoa de forma instantânea. Deus precisava de um certo tempo para apagar os pecados do homem.

     Esse é outro erro crasso também. Deus nunca precisou e jamais precisará de tempo para perdoar alguém. No momento em que você pedir, no mesmo instante, no mesmo momento você é perdoado diante de Deus. Infelizmente, muita gente está dentro da igreja, em pecado, simplesmente por que depois de falhar diante de Deus, acham que não devem pedir perdão tão cedo, e o relacionamento com Deus irá precisar de um certo tempo para ser restaurado. Ledo engano. Deus não precisa de tempo para perdoar ninguém.

     Uma mulher apanhada no próprio ato, pecando de adultério, foi trazida ao Senhor Jesus, e o que fez o Mestre? Enquanto todos com os indicadores apontados a acusavam, o Mestre escrevia na terra, sem se importar com a presença de todos ali.

     Quando todos se foram, quem sabe a mulher esperando receber de Jesus, uma penitência, um castigo pelo pecado, recebeu uma sentença de perdão imediato: "...Nem eu te condeno, vai-te, e não peques mais" (Jo.8:11) , Aleluia!!! Deus não tem perdão progressivo, só tem perdão instantâneo. Receba o seu hoje, em nome do Senhor Jesus.

     Querido irmão (a), o segredo, é nunca estar calado diante de Deus, em especial quando Ele fala conosco. Ele sempre espera de nós uma reação diante de suas ações. Em circunstância alguma se cale diante Dele. Ele espera ouvir sua voz. Que Ele te abençõe...

Mensagem ministrada em nossa igreja na Santa Ceia do Senhor.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

TRÊS GEMIDOS: TRÊS PROPÓSITOS

Texto: Rom.8:22,23e26

Introdução: Gemido é um lamento doloroso, um som inarticulado. No sentido bíblico, é alguém estar sofrendo uma tristeza muito profunda, sem quase nenhuma esperança humana de socorro.

A primeira vez na Bíblia, que aparece a palavra gemido, é em Ex.2:24, Israel gemendo pela opressão de Faraó. Não tinham culpa de estarem ali, pois foram trazidos por seus pais. Quatrocentos anos já tinham se passados desde que vieram para ali. Se considerarmos que uma geração na Bíblia, dura quarenta anos, dez gerações já tinham-se passado e, já estava reinando um novo Faraó, que desconhecia os filhos de Israel, sua história, passado, e nem por que estavam ali.

Israel então:

1o - Suspirou
2o - Clamou
3o - Gemeu - e Deus ouviu seu gemido (Ex.2:23e24).

No texto que lemos, vemos três elementos gemendo, cada um com um propósito, aguardando alguma coisa:

1 ) A CRIAÇÃO:

¨Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora¨ (Rom.8:22)

a) A criação não tem culpa do estado de maldição em que ela está hoje. Ela teve seu estado original alterado (Rom.8:20).

b) No relato da criação, Deus fez tudo perfeito, abençoou e disse que era bom. A terra foi criada somente para produzir ervas verdes e árvores frutíferas para mantimento do homem (Gen.1:29).

c) Quando o homem pecou, ele próprio alterou todo o sistema, e a terra passou a produzir espinhos e cardos, contra sua vontade (Gen.3:18).

d) Todo o sistema foi alterado, o domínio de tudo que foi dado ao homem, perdeu-se, e as feras e animais selvagens, passaram a amedronta-lo (Gen.1:28).

e) As dores de parto que a terra sente (vs.22), é o aguardo de um novo céu e uma nova terra, que serão gerados por Deus. No milênio, todas as características originais, serão restauradas (Ap.21:1).

2o ) A IGREJA

¨E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo¨ (Rom.8:23)

a) A igreja geme, por ter as primícias do Espirito: PRIMÍCIAS – Primeiros frutos da terra, que eram oferecidos ao Senhor. É terrível estarmos limitados por nossa carne, de desfrutarmos plenamente as abundâncias do Espirito. Somente as primícias (Rom.8:18).

b) Gememos esperando a libertação desse corpo, da carne. Queremos e precisamos fazer o bem, mas nem sempre conseguimos. Paulo viveu esse conflito espiritual: “Por que não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço” (Rom.7:19).

c) Gememos, pois queremos deixar esse tabernáculo, esse corpo mortal, inclinado ao pecado, para recebermos nosso novo corpo. Nesse corpo corruptível, há uma centelha de Deus, que almeja e deseja somente Ele (I Cor.15:53).

d) Gememos esperando nossa adoção, como plenos filhos de Deus. É difícil sabermos que somos filhos, mas não temos ainda o os direitos adquiridos dessa filiação: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque assim como é o veremos” (I Jo.3:2).

3) O ESPIRITO

“E da mesma maneira também o Espirito ajuda as nossas fraquezas, porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espirito intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rom.8:26).

a) Em último estágio, vemos o Espirito gemendo, suspirando pelas nossas fraquezas e fracassos. É um nível de gemido intenso e profundo, sentindo dores.

b) É um gemido diferente dos demais. Inexprimíveis: Que não consegue entender por palavras, gestos e fisionomias. Não há ninguém nesse mundo que consiga entender seu lamento. Uma voz silenciosa

c) Só se conhece algo na voz silenciosa, quando se sabe a intenção dessa voz. E Deus sabe qual é a intenção do Espirito ao interceder pelo crente: “E Aquele que examina os corações, sabe qual é a intenção do Espirito...” (Rom.8:27ª).

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Quebrando a Cadeira do Sacerdote

Quebrando a Cadeira do Sacerdote

Texto: I Sm 1:9; 4:13, 18

Introdução: Em todo o Pentateuco Deus dá instruções e orientações em como seria ministrado o serviço sacerdotal. O Senhor é detalhista. E jamais passaria despercebido Dele qualquer detalhe por menor que fosse. Em nenhum lugar mostra cadeiras na tenda ou no templo. Isto por que o sacerdote ministrava em pé. Não havia lugar nem hora para assentar-se. Nos textos acima, encontramos um sacerdote assentado três vezes numa cadeira. Cadeira fala de três coisas que todo sacerdote do Deus Altíssimo deve evitar:

1) Descanso

O sacerdote não podia descansar, pois os sacrifícios eram diários e ininterruptos. A todo o momento tinha gente pecando, errando e precisando dos serviços deles. Portanto, se tivesse assentado mostraria menosprezo com os pecadores que procuravam perdão.

2) Descaso

Não eram apenas os sacrifícios que não paravam, os serviços também eram contínuos. Todo dia, de manhã e à tarde, as lâmpadas do candeeiro tinham que ser aparadas e o azeite reabastecido. Todo dia também queimavam incenso no altar de ouro. O sangue das ofertas tinha que ser aspergido diante do véu, freqüentemente. Toda semana os pães asmos precisavam ser retirados da mesa de ouro e substituídos por pães novos.

3) Autoconfiança

É achar que estamos seguros em nossa posição. Ninguém nos abala ou nos tira. É menosprezar a obra de Deus achando que somos únicos.

Os perigos de um sacerdote na cadeira:

1) O perigo de se fazer um diagnóstico errado das pessoas: (vs.9). Confundiu Ana com uma bêbada, mas nunca repreendeu seus filhos que viviam pecando. Quem está na cadeira recrimina um culto verdadeiro. Não entende os adoradores. Compreende mal os que estão passando por provações.

2) O perigo de estar indiferente quanto ao povo de Deus. (4:13). Quando a Bíblia apresenta Eli assentado no capítulo 1 ele não parece preocupado. Quando, porém, o apresenta assentado no capítulo 4 ele está completamente preocupado. Não há escape. Sempre que nos portamos indiferentes quanto às necessidades do povo de Deus de todos os lugares, sempre que deixamos de perceber as necessidades da igreja onde reunimos, sempre que nos ocupamos mais com nossa vida do que com a vida e bem estar de cada irmão, colheremos muita tristeza.

3) O perigo de ser disciplinado por Deus no que gostamos e não queremos abrir mão (4:18). Eli caiu da cadeira e morreu. Se não destruirmos a cadeira que nos prende hoje, será ela que nos destruirá um dia. Quebre sua cadeira.