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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Ser Pastor



VIDA DE PASTOR



Ele acorda, levanta, ajoelha e ora,
louva, consagra, jejua, exorta, sorri e chora.
Aprende, ensina, repreende, consola e abençoa.
Glorifica, prega, unge, visita, compreende e perdoa.
Semeia, cultiva, colhe, alimenta e oferece.
Acalenta, socorre, profetiza,
peleja, vence e agradece.
Santifica, ouve e cala. Dá, recebe, restaura,
triunfa, edifica, sente e fala.
Vida de pastor....
Olha o relógio, já está atrasado!
Se não tem carro, pega um ônibus apertado,
Vai ao hospital, presídio, velório, seja onde for
em busca da ovelha perdida,
pois ele é um pastor...
Seu corpo cansado aguarda
a hora de ir para a cama.
E quando isso acontece, logo o telefone chama.
Levanta apressado e reconhece a voz do outro lado;
é a ovelha aflita que precisa de cuidado.
E lá se vai o pastor, levando consolo ao coração aflito.
Dos seus olhos rola uma lágrima no lugar do grito.
É a dor que se transforma na alegria da compensação
por ter sido escolhido para tão sublime missão

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O AVIVAMENTO QUE PRECISAMOS



O QUE É, E O QUE NÃO É AVIVAMENTO

AVIVAMENTO não é emocionalismo momentâneo produzido pelos evangelistas, onde a duração é até a saída do mesmo para anunciar as Boas Novas em outra cidade.

AVIVAMENTO é o estado constante da igreja, abrasada pelo glorioso fogo do Espirito Santo (Lev.6:13).

AVIVAMENTO não é grandes movimentos e festas de confraternizações, embora épocas como essas sejam propícias para despertamentos espirituais (Jo.7:37).

AVIVAMENTO é o constante mover do Espirito na igreja, produzindo vida e energia espiritual (At.4:31).

AVIVAMENTO não é animação fantasiosa, promovida por grandes líderes, visando maior arrecadação financeira da igreja

AVIVAMENTO é a busca incessante da igreja, aos dons espirituais e, o anelante desejo de gerar o fruto do Espirito (I Cor.12,Gal.5:22).

BUSCAMOS UM AVIVAMENTO...

...Que traga de volta o Espirito Santo as nossas igrejas, afastado que foi pelo formalismo, hipocrisia e vaidade do povo de Deus (Gen.6:3,I Ts.5:19,Ef.4:30).

...Que traga de volta os crentes aos nossos templos, para voltarem à prática da oração e adoração à Deus (Sal.27:4,84:10,At.1:13;14).

...Que de a igreja o padrão bíblico de Atos dos Apóstolos, onde "em toda a alma havia temor e, e muitos sinais e maravilhas se faziam pelas mãos dos apóstolos (At.2:43).

...Que tome a igreja das mãos de obreiros néscios, insinceros, profanos, caluniadores, divisores, iracundos, vaidosos, infiéis, orgulhosos, sem amor, senhores de si, e que não aceitam a operação de Deus para esse tempo do fim, entregando-a nas mãos de quem de fato e de direito é o Senhor dela: O Espirito de Deus.

...Que faça-nos voltar ao antigo critério de escolha dos obreiros para apascentar o rebanho, onde o próprio Deus fazia a escolha, sem nenhum apadrinhamento e preferência pessoal (At.13:2,9e15).

...Que faça os crentes saírem de quatro paredes, para um evangelismo amplo e irrestrito, antes da volta gloriosa de Jesus (Mat.24:14).

...Que tire os crentes da frente da maléfica programação televisiva, levando-os para uma vida de temor e santidade ao Senhor (Sal.131:3).

...Que traga arrependimento e confissões de pecados, motivando os crentes a temerem a Deus e evitarem a iniquidade, causa maior da falta de curas e milagres no meio do povo de Deus (Tg.4:9,5:16).

...Que traga de volta os crentes ao primeiro amor e a prática das antigas primeiras obras, negligenciadas e deixadas de lado pela chamada "evolução" (Ap.2:4e5).

...Que devolva aos obreiros do Senhor, a santa ousadia no falar, apontando e nomeando os pecados, sem rodeios e precauções de perder membros da igreja (At.4:29,13:10,11eMat.3:7a10).

...Que traga de volta os dons espirituais e a divina sabedoria para usa-los corretamente, segundo a sábia revelação e orientação do Espirito de Deus (II Cor.12:31,Rom.12:6a8).

...Que devolva aos nossos jovens aquela força apregoada por João, e que foi perdida pelos desejos sensuais da carne, que ocupou mentes e corações da mocidade (I Jo.2:14,I Sam.16:11).

...Que infunda vida poderosa nos institutos bíblicos e teológicos, mostrando que o poder de Deus não está apenas no papel, mas na vida real dos servos e servas de Deus (At.26:24).

...Que tire da "U.T.I." muitas vidas cristãs que agonizam, por faltar alimento sólido, consistente da Palavra de Deus, e por padecerem vitimadas por intoxição alimentar com doutrinas falsas e errôneas (I Tim.4:1).

...Que devolva a nossa Escola Dominical a mesma graça e beleza que tinha nos primórdios da obra pentecostal no Brasil, dando a todos a oportunidade de crescerem e robustecerem-se na fé (Prov.22:28).

...Que devolva aquele santo desejo de "tudo ter em comum", repartindo com todos, "segundo cada um havia de mister" (At.2:44a46).

...Que reacenda o pavio fumegante, tornando a igreja numa grande e gigantesca obra amada por Deus, respeitada por satanás e temida pelos adversários.


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Raio X de Um Sonhador


(Gen.37:20)


Introdução: Falar sobre José é falar de um moço que tinha sonhos. Ter sonhos é ter projeto de vida, ambicionar a grandeza. Vivenciar o poder de Deus. Como é o mapa espiritual de um sonhador?

1) Goza da intimidade do Pai. Ganha uma túnica que os distingue dos demais. Sai do comum e da mesmice.

2) Incomoda os acomodados. Seus irmãos viviam sem nenhuma perspectiva de vida e crescimento. José sonhava alto.

3) Se mantém no limite da honra. Não toma caminhos diferentes quando vem a crise, mas se mantém leal ao projeto original. Suportou até mesmo o esquecimento do copeiro (ali estava a grande chance de escapar da prisão).

4) Consegue chegar e se manter onde Deus quer que ele chegue (Jer.29:11). Seus irmãos jamais imaginava encontrá-lo no Egito (ele foi vendido para comerciantes Ismaelitas – Gileade).

5) Os assassinos de sonhos foram surpreendidos, pois 20 anos depois vão encontrá-lo no governo e não na escravidão. José lembrou-se (Gen.42:9) – seus irmãos também (42:21).



Moriá é Conseqüência



(Gen.22:1e2)


Introdução: Moriá não veio a Abraão por um mero acaso. Além de Deus provar sua fé, a ida à Moriá foi conseqüência de alguns erros cometidos pelo “amigo de Deus”. O Vs. um fala disso: “E sucedeu depois dessas coisas...”, quais “coisas”? Os erros cometidos.

1) Depois do nascimento de Isaque, o relacionamento de Abraão com Deus esfriou. Ele passa 25 anos sem levantar um altar. Tornou-se “festeiro”. Deu um banquete quando Isaque foi desmamado aos 3 anos, mas não levantou um altar, resultado: Contenda e disputa entre Isaque e Ismael. Estamos fazendo muita festa, mas levantando pouco altar.

2) Firmou aliança, num relacionamento errado com o filisteu Abimeleque, dando a ele ovelhas, bois e cordeiros dos sacrifícios como parte de acordo. Estamos fazendo acordo espúrios com o inimigo, dando ao mundo nossos talentos e dons.

3) Plantou um bosque para invocar a Deus, esquecendo-se da prática de fazer altar. Árvores crescem progressivamente, ao relento, sem precisar de muitos cuidados. Altar tem que ser feito pelo ofertante com dedicação e esmero. Deus quer um relacionamento construído por nós e não levado pelo acaso.

4) A ida a Moriá é necessária por pelo menos três motivos:

a) Quando não somos mais os mesmos e precisamos voltar ao primeiro amor.

b) Quando perdemos o viver profético. No caminho para Moriá, ele recupera esse modo de vida: - Com Isaque: “Deus proverá”, - Com os moços: - “...havendo adorado, tornaremos para vós...”.

c) Quando nos empolgamos com a benção e nos esquecemos do abençoador

Aprendendo a Crescer



Texto: II Rs.6:1ª7

Introdução: O texto nos diz do desejo dos filhos dos profetas, de construírem um lugar maior de onde moravam com Eliseu. Eles queriam crescer, e, isso nos traz lindas lições para nosso crescimento espiritual, material, ministerial, etc...

Vejamos algumas:

1) Convide Eliseu (o Espírito Santo) para supervisionar o crescimento. Não queira crescer a qualquer custo, sem a ajuda de ninguém (vs.3)

2) Não peça nada emprestado, nem queira fazer algo com coisas alheias. Tenha a sua própria experiência (5)

3) Verifique primeiro a ferramenta que vai usar: - Pode estar cega (Ec.10:10) – Pode estar com o cabo desajustado.

4) Se cair, observe o lugar onde caiu e mostre a Deus. Localizar a raiz do problema é uma saída (6) (Ap.2:5)

5) Quando tiver oportunidade para resolver a situação, faça-o logo, antes que aumente o problema (7). Eliseu fez flutuar o machado e ele o pegou antes que afundasse.

Chega de Desculpas


Introdução: Na parábola do grande banquete, Jesus contou de um homem que fez uma grande festa. Mandou convites a muitas pessoas,honrando-os com isso, mas teve seu convite negado, recebendo as piores desculpas possíveis.

a) Preferiam ver um terreno comprado (sem nunca conhecê-lo) do que uma entrada gratuita no reino dos céus. Por que o homem prefere coisas incertas a certezas absolutas?

b) Preferiram ir atrás de bois (trabalho forçado) do que entrar de graça numa abençoada e poderosa festa espiritual. Os homens preferem cuidar de suas vidas pessoais.

c) Preferiram uma lua de mel de um casamento profano do que o prazer de participar de um banquete, com lugar de destaque na mesa. Vs.7ª14, fala de assentos especiais.

1) Quando rejeitamos o chamado de Deus, corremos o risco de vermos pessoas muito inferiores a nós, participando de algo que era nosso: pobres, aleijados, mancos e cegos.

2) Quando rejeitamos o convite, vemos Deus chamar pessoas perto de nós (devido a urgência de última hora) e nós não sermos chamados.

3) Cuidado com impedimentos:

a) Terreno – Espaço próprio, acomodação, já conseguiu o que queria.

b) Bois – Trabalho pessoal, ao invés de assumir o reino (Saul)

c) Lua de mel – Casamento como impecilho.

CHAMANDO A ATENÇÃO DE JESUS



 (Luc. 7:44ª50)

Introdução: Uma mulher, que nada tinha a ver com a festa de Simão, se torna uma penetra e entra, chamando a atenção de Jesus, mais do que qualquer um que estava ali, mais até do que o próprio dono da festa. Mas o que ela fez?

1) Fez o que era para ser feito, que ninguém tinha feito. Lavar e enxugar com suas lágrimas os pés de Jesus. Submeteu-se a fazer o que ninguém havia feito (vs.44), nem mesmo Simão.

2) De forma exagerada, demonstrou o quanto o Mestre era importante e como ela o amava. Comprou um vaso de alabastro para ungi-lo (vs.37).

3) Acreditou em algo antes de receber. Até então ela era uma pecadora (37). Só foi perdoada com sua ação (47).

4) Reconheceu que tinha pessoas mais santas que ela ali, mas nem por isso deixou de fazer algo por Jesus (39). Simão era fariseu e ela uma pecadora. Seu pecado era visível o de Simão invisível.

Assuma Seu Chamado

Texto: I Sam.10:1ª5/11:1ª7

Introdução: A chamada de Saul é um dos mais lindos momentos, e de como Deus costuma surpreender seus escolhidos. Saul foi ungido em Rama, escolhido em Mizpá, e proclamado em Gilgal. Há um chamado especifico de Deus sobre todos nós.

Como Deus chama?

1) Quando uma simples tarefa altera o rumo das coisas: Saiu buscar jumentas e voltou como rei de Israel.

2) Quando nossos recursos acabaram e estamos prestes a desistir de tudo: Emprestou dinheiro para ir ao profeta.

3) Quando nossa aparência é vencedora, mas a atitude é de derrotado: Ele se julgava o menor de todos (9:21).

Três fases após o chamado

a) A Fase do cemitério: Dois homens com palavras desanimadoras. Que você fez? Por que sumiu? Sua família está aflita... Foge deles.

b) Fase da dignidade e revelação do que vai nos manter: Três homens subindo a Betel, com cabritos (sacrifícios), três pães (Palavra) e um odre de vinho (sangue de Jesus).

c) Fase da mudança de relacionamentos: Entra no meio dos profetas, pois serás transformado em um novo homem. Nunca mais serás o mesmo (10:6).

O perigo de não assumirmos o chamado

a) O perigo das bagagens: bagagem serve para esconder-nos. Timidez, falta de posicionamento, etc...

b) O perigo de voltarmos para casa e notarmos que nada aconteceu, que tudo continua na mesma. Vá para o palácio.

c) O perigo de voltarmos aos bois: Foi preciso que os amonitas ameaçasse furar os olhos de seus parentes. Mate os bois e assuma seu chamado.

Ação de Despejo


Introdução: Neemias teve três grandes inimigos na reconstrução dos muros de Jerusalém: Gesém, Sambalate e Tobias. Dos três, o pior era Tobias: Mau, fraudulento, imprestável, politiqueiro, ciumento, etc. O que ele fez?

1) Era dissimulado, seu nome significava: “O Senhor é bom”. Se aliou a inimigos, numa amizade de conveniência. Os três não se suportavam. Gesém era arábio, Sambalate era horonita (Bete-Horon) e Tobias amonita.

2) Táticas usadas pelos inimigos:

a) No sonho da obra: Zombaria e desprezo: Insinuação de rebelião ao rei.

b) No meio da obra: Minimização de capacidade: Uma raposa derruba o muro. Ira pelo progresso da obra, unindo-se para pará-los a todo o custo.

c) No final da obra: Vem congregar com a gente. Vamos fazer um culto juntos: Estou fazendo uma grande obra. Não posso parar.

d) No acabamento: profetas falsos, subornados para levá-lo ao templo, fazendo-o pecar contra Deus e encerrar o projeto.

3) O inimigo vai tentar por fim participar da benção que Deus te deu. Por anuência do sumo sacerdote Eliasibe vai morar nas dependências do templo, aproveitando-se da ausência de Neemias. Ele nunca desiste.

4) Neemias foi enérgico e fez o despejo da Casa de Deus: “Fiquei muito zangado e joguei fora tudo o que tinha no quarto. Então exigi que o quarto fosse purificado completamente...”.

Tirando o Veneno



Texto: (II Rs.4:38ª41)


Introdução: Imagine ter a vida envenenada inocentemente. Comer algo que possui veneno sem ter culpa alguma. Assim estavam os aprendizes dos profetas, quando tentaram saciar a fome com coloquíntidas (pepinos amargos). Vamos ao texto:

1) Cuidado quando estiver com necessidades. Pode comer veneno pensando que é comida (Prov.27:7). O texto diz que havia fome no lugar (38).

2) Não pense que por que tudo mundo faz há segurança. Nem sempre a multidão está com a razão. O almoço coletivo foi uma frustração.

3) Não é por que comungam do mesmo ideal que deve-se acreditar.

Cuidado, ele saiu para apanhar ervas mas trouxe frutos de uma parra brava (39).

4) Não seja o primeiro a provar. Só faça se a experiência se comprovar que deu certo, Não se precipite. Se informe e avise os outros (Prov.27
:12) (40).

5) Não descarte algo que tenha veneno de imediato. Espere a ação curadora de Eliseu (Espirito Santo), com farinha (Palavra de Deus) na panela (41).

Prazo de Validade

Prazo de Validade

 (Ap.11:2ª12)


Introdução: Todas as pessoas chamadas por Deus tem sua história e marca de vida delimitada pelo Senhor. Temos um prazo de validade ou tempo de vida útil. Temos que aproveitar o tempo de Deus.

1) As duas testemunhas foram levantadas no tempo específico (Grande Tribulação), para profetizar 3/2 anos. Cada pessoa nasce na geração certa. Nós nascemos para esse tempo.

a) Podemos encurtar o tempo de vida útil. Elias comeu pão divino e água fresca, mas não voltou para o confronto. Foi para a caverna do monte horebe. Entregou os pontos e ouviu Deus mandá-lo ungir Eliseu em seu lugar.

b) Podemos prolongar o prazo de validade. O rei Ezequias orou pedindo que Deus lhe desse mais tempo e Deus lhe deu 15 anos.

2) Enquanto não tivermos nosso prazo de validade acabado, nos tornamos invencível. Quem se levantar, se levanta para ser abatido ou até mesmo para morrer (5e6). Se armarem cova, quem cai nela e quem armou (Sal.7:15).

3) Quando acabou o prazo de validade, o diabo covarde veio. Antes só usou auxiliares, mas agora ele vem. Ele só ataca quando parece que está tudo perdido. Aparentemente parece que ele venceu. As testemunhas morreram.

4) Eles se tornarão espetáculo público aos homens. Ficarão sem serem enterrados em praça aberta, três dias e meio. Humilhação para os judeus.

5) Com três dias o Espírito de Vida entrou neles e viveram. Foram arrebatados numa nuvem à vista dos seus inimigos. Deus os honrou diante de todos (Juz.16:30). Deus revalida o prazo de validade para uma vitória final (Sansão).

Da Tenda Para a Promessa


Da Tenda Para a Promessa

(Gen.15:5)
Introdução: Após ter libertado seu sobrinho Ló, e recebido a benção de Melquisedeque, Abraão entra na sua tenda, e recebe uma visão de Deus, e o questiona acerca de algumas coisas.

Tenda simboliza:

1) Fecharmo-nos em nosso pequeno mundo, isolando-nos de coisa a mais que Deus prometeu e pode fazer.

2) Questionamentos das promessas que Deus nos fez (escudo e galardão) – não era isso que ele queria. Ele queria filhos. Deus primeiro nos dá o que precisamos, depois o que queremos.

3) Olharmos e apresentarmos a Deus nossas fracas soluções. Quem fica dentro da tenda só enxerga Eliezer como solução e não Isaque. Deus tem um caminho diferente para você.

Deus o leva para fora

1) O manda olhar para o céu (Sal.121:1), e contar as estrelas, se ele puder (é impossível). Contemple primeiro como vai ser sua benção. Visualize. Não peça qualquer coisa.

2) O ordena que faça um sacrifício com animais escolhidos por Ele, e cuide do sacrifício (toque as aves de rapina) – ladrões do sacrifício.

3) O faz dormir ao anoitecer (a mesma palavra de Gen.2:21), o anestesia para falar com ele e fazer o milagre. Vida agitada não recebe a benção.

4) Deus manda a sua aprovação final e faz uma aliança (acordo), revelando um futuro de bênçãos e prosperidade (15:18). Meu futuro será abençoado.


Conclusão: Saia da tenda e receba a benção de Deus sobre a sua vida.

Quanto tens de Unção?


"E Geazi passou adiante deles e pôs o bordão sobre o rosto do menino, porém não havia nele voz nem sentido, e voltou a encontrar-se com ele dizendo: Não despertou o menino" .(II Reis 4:31).

"As loucas tomando as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo. Mas as prudentes levaram azeite em suas vasilhas, com suas lâmpadas". (Mat.25:3e4).

Nesses dois textos que lemos, existem pelo menos três níveis de unção que um crente pode alcançar no serviço a Deus. Três níveis e suas conseqüências, pois é impossível para qualquer pessoa ser ungida e não mostrar isso em sua vida e vivência espiritual. A unção é interior, mas seus resultados são visíveis e externos. Todos podem perceber quem tem e quem não tem. É algo impossível de se esconder. Três níveis de unção, é o que queremos considerar nessa mensagem que Deus nos deu.

1) Nenhuma Unção

Creio ser Geazi o servo de Eliseu, o maior símbolo do crente que não tem unção. Viveu sem ela durante toda sua vida espiritual. Não obstante ser auxiliar de um profeta poderoso como Eliseu, vivia a margem do ministério do mesmo. Talvez, vivesse para usufruir das "vantagens" que uma vida de profeta leva. Tinha pouso e comida garantida, mas não tinha espiritualidade nenhuma. Vivia apenas à sombra de Eliseu.

Seu nome significa "Vale da Visão", dando-nos a idéia de alguém que possuía uma ampla e vasta visão dos conceitos espirituais. Na verdade ele tinha mesmo visão, mas não visão espiritual, antes porém uma visão carnal e deturpada dos valores espirituais.

Não tinha visão espiritual pois ao se ver cercado por um grande exército na cidade de Dotã, não conseguiu ver o exército celestial que o protegia, precisando da intervenção de Eliseu, que intercedeu para Deus o curar de sua cegueira espiritual (II Reis 6:8a17).

Tinha visão carnal pois após a cura de Naamã, o general Sírio, mesmo vendo Eliseu rejeitar os presentes do curado, foi atrás dele, mentindo para receber as posses no lugar do profeta. Demonstrou ele ali toda sua ganância carnal e um olhar cobiçoso que não condizia com um auxiliar de profeta. O resultado foi que Geazi terminou sua carreira leproso. Triste situação de alguém que nunca demonstrou espiritualidade (II Reis 5: 20a27).

Mas por que o vejo como um crente sem nenhuma unção? Vamos lá. Se você ler o episódio de II Reis 4, versículo 8 a seguir, verá ali uma emocionante e tocante história. Primeiro vemos uma mulher que percebendo o caráter santo de Eliseu o profeta, resolveu abriga-lo em sua própria casa, construindo para ele um cômodo, e cuidar de sua vida material. Junto com Eliseu estaria seu ajudante-de-ordens, Geazi, que vivia à sombra do homem de Deus.

Eliseu então, como forma de gratidão àquela benfeitora, profetiza que ela teria um filho. O filho nasce, como o profeta dissera, cresce e vai ao campo ajudar o pai a cuidar da lavoura. Lá, se sente mal, volta para casa e é socorrido pela mãe, que ao meio-dia o vê morrer em seus braços.

Desesperada, a mãe sai a procura do profeta para inquirir dele acerca da morte do garoto. Com o coração amargurado, se joga aos pés de Eliseu, e o questiona. O profeta então pega o seu cajado (símbolo de autoridade profética) e o ordena que coloque sobre o garoto. Geazi obedece, mas nada acontece com o garoto. Ele continua morto.

Porque não funcionou?

Se analisarmos friamente a questão, parece que houve um erro ali. Por que o bordão de Eliseu não funcionou ao ser colocado sobre o menino? Tinha tudo para funcionar, pois o profeta delegou a Geazi autoridade profética para equacionar a situação, mas não funcionou, não deu certo, o moço fracassou em sua missão.

Eu recebi de Deus uma palavra revelada aqui, que gostaria de compartilhar com você meu amado leitor: Por que não funcionou o cajado de Eliseu nas mãos de Geazi? Afinal o cajado era de Eliseu, um dos maiores profetas do Velho Testamento. Não funcionou por que o cajado era de Eliseu, mas a unção tinha que ser de Geazi!!! De nada adiantava a afiada ferramenta nas mãos de alguém sem nenhuma habilidade para usa-la.

Isso é muito sério e delicado. Um homem que vivia a religião superficialmente, tinha intimidade com o profeta, mas não tinha nenhuma intimidade com Deus. Pensou que podia viver à sombra do profeta que seria atendido por Deus a hora que bem precisasse. Falhou profundamente. Quanto mais intimidade com Deus tivermos, maior será o nível de unção outorgada por Deus.

Vejo em Geazi, um fiel retrato de muitos crentes hoje dentro das igrejas. Vivem aquém daquilo que Deus quer deles. Levam uma vida aparentemente bonita, mas sem nenhuma unção. Na primeira oportunidade para fazerem algo, fracassam, pois as experiências que vivem, são de outras pessoas. De nada adianta experiências alheias. Elas não nos trazem unção. A unção só vem com intimidade com Deus.

2) Pouca Unção

Passaremos agora a outro nível de unção. Pouca Unção. Quem tem pouco unção vive como se não tivesse nenhuma. Leva uma vida espiritual superficial, sem profundidade cristã. Não conseguem ter uma intimidade maior com Deus, e levam uma vida beirando o fracasso.

Vejo isso na vida das virgens loucas. Viviam juntas com as prudentes, portavam-se como elas, vestiam-se como elas, esperavam o mesmo esposo como elas, mas tinham uma gritante diferença delas, que no final, as levou ao fracasso. Infelizmente tinham azeite limitado. Enquanto as prudentes tinham azeite em suas lâmpadas e em vasilhas à parte tinham sobras, as loucas levaram azeite apenas em suas lâmpadas, esquecendo de levar reservas, e isso fez a diferença final.

Note o leitor que não foi só as loucas que dormiram, as prudentes também dormiram juntas: "E, tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram" (Mat.25:5). Isso nos dá a idéia do quadro que estará norteando a igreja na volta do Senhor Jesus. Muita gente dormindo. Note o que Jesus falou na palavra profética, de como acharia o mundo na sua volta:

"...Quando vier o Filho do homem porventura achará fé na terra?" (Luc.18:8)
"Bem-aventurado aquele servo que o Senhor quando vier, achar servindo assim"(Mat.24:46)
"E tardando o esposo, tosquenejaram todas e adormeceram" (Mat.25:5)
Realmente, serão dias tenebrosos e frios, em que toda sensibilidade espiritual, será perdida, e muitos vão dormir profundamente o sono da negligência, do pecado e da frieza espiritual.
As virgens foram despertadas a meia-noite, com um clamor (um brado em alta voz) forte e angustiante: "...Aí vem o esposo, sai-lhe ao encontro" (Mat.25:6). Foi um clamor muito forte, que a todas elas despertou do sono em que estavam. Enquanto as prudentes tiveram que apenas transferir o azeite das vasilhas reservas para as lâmpadas já no limiar de se apagarem, as loucas se depararam com o sombrio quadro de ver as lâmpadas apagando sem ter reservas para adicionarem às suas lâmpadas.
3) Unção ilimitada

As loucas, no auge da aflição, pedem ajuda as prudentes: "...Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas se apagam" (Mat.25:8). As loucas se esqueceram de um princípio divino. A unção é algo pessoal e intransferível. A fonte é o Espírito Santo. Homem algum pode transferir unção a ninguém.

As prudentes ensinaram àquelas loucas algo muito importante também, que nos serve de lição: Unção tem preço. Enquanto elas queriam algo gratuito: "...dai-nos do vosso azeite", as prudentes respondiam: "...ide antes aos que vendem, e comprai-o para vós" (Mat.25:9). Existe um preço a ser pago para adquirirmos a unção do Espírito.

Tarde Demais

A uma altura daquela da noite era tarde demais para se comprar azeite. A Bíblia nada diz se elas conseguiram o azeite, diz apenas que chegaram tarde demais. O noivo já tinha vindo e levado a noiva

Isso ensina-nos algumas verdades:

1) Haverá um clamor a meia-noite. Será o final de um dia e início de outro. Zero-Hora. Momento em que o relógio zera tudo. É o marco zero. Penso que esse clamor será o momento final do Espírito Santo despertando a todos.

2) Esse clamor será o avivamento final que o Espírito Santo vai mandar sobre a igreja. Todos vão sentir, mas nem todos vão participar. Será tarde demais para alguns que dormiram sem ter reservas de unção na sua vida.

3) Muitos não terão forças para pagar o preço por esse avivamento final. Acordarão sim, mas extenuados pela vida de frieza e mornidão que levaram, não conseguirão se preparar a tempo de ser arrebatados.

4) Esse avivamento irá durar do clamor do Espírito Santo a volta do noivo. Será repentino e muito rápido. Eis a razão de muitos não conseguirem o azeite a essa altura da noite, em que a porta da graça se fecha, não dando tempo de uma busca mais profunda da unção.

Amado leitor. Ouça o conselho desse seu amigo pregador, que nasceu num berço cristão, que viveu praticamente toda sua vida na casa de Deus, e sente a igreja atravessando uma crise espiritual sem precedentes. Deus quer encher sua vida do Espírito Santo. Faça um propósito agora: Jejuar pelo menos duas vezes por semana, um por ti mesmo e outro pelas almas perdidas, e orar pelas madrugadas, derramando-se diante do altar de Deus. Ele ouvirá seu clamor, e fará algo especial em ti.

Ou você se enche do Espírito Santo para combater os demônios, ou se enche dos demônios para combater a Deus!!!"

quinta-feira, 28 de maio de 2009

OPERAÇÃO BARNABÉ

Texto: (At.4:36)

Introdução: Na história do Novo Testamento, vários líderes da igreja se destacam, mas um em especial chama a atenção: Barnabé. Seu nome inicial era José (O Senhor Acrescenta), mas recebeu dos discípulos um apelido que foi agregado ao seu nome: Barnabé (Filho da Consolação). Era levita e, por isso não tinha herança de terras, provavelmente a herdade que vendeu era de sua esposa (Num.35:6). Tinha lindas qualidades intrínsecas ao seu caráter cristão. Vamos a algumas delas que precisamos por hoje em prática, para realizarmos a “Operação Barnabé”.

1) Quando ninguém faz, eu faço (At.4:37)
Vendeu uma herdade, e trouxe todo o dinheiro. Despertou assim nas pessoas o desejo de contribuir também (At.5)
Os versículos anteriores diz que toda a igreja fazia isso, mas somente ele é destacado, por que? Por que certamente foi ele que puxou a fila. Deus precisa hoje de “puxadores de fila”, gente que antes de mandar, faça.

2) Quando ninguém acredita, eu acredito (At.9:26e27)
Foi Barnabé quem quebrou as barreiras da rejeição ao nome de Saulo de Tarso, contribuindo com sua salvação e aceitação dos apóstolos em Jerusalém (28). Paulo obteve plena liberdade junto à igreja (28)
Paulo foi embora por que foi perseguido pelos gregos e não pelos irmãos mais (29), ao contrário, sua saída causou tristeza e comoção na igreja.

3) Quando ninguém enxerga valores, eu enxergo (At.11:22,25,26)
Paulo foi para Tarso, onde ficou pelo menos dez anos, esquecido pela igreja, vivendo no anonimato e fabricando tendas (Gal.2:1)
Barnabé foi enviado pela igreja Sede em Jerusalém, para edificar a nova igreja de Antioquia (22),
Fez sua parte ali (23), mas foi buscar Paulo em Tarso para pastorear a obra de Deus, e juntos, sem ciúmes e rivalidades, fizeram um grande trabalho (26).
Barnabé enxergou assim em um obreiro esquecido e desprezado, um pastor para aquele momento da igreja.

4) Quando todos desistem, eu ainda insisto (At.15:36ª39)
Marcos tornou-se cooperador de Paulo e Barnabé, mas apenas duas cidades depois, ele voltou para Jerusalém (At.13:13). Perdeu o ânimo talvez.
Quando quis voltar, Paulo não aceitou o seu retorno, não acreditando mais na sua chamada. Mas Barnabé ainda acreditava, e “brigou” com Paulo por ele.
Barnabé levou Marcos para Chipre, sua terra natal, e o recuperou para Paulo mesmo, pois ele reaparece, quando todos desprezaram a Paulo, sendo útil para o velho apóstolo (II Tim4:11).
Depois de recuperar Marcos, Barnabé desaparece. Não se encontra seu nome mais na história sagrada.
Os Inimigos do Ungido
(I Sam.16:13)

1) O Não ungido – Eliabe (16:7)
Eliabe tinha tudo para ser o escolhido: O primogênito, o mais belo, o mais alto. Certamente foi para casa esperando a unção, mas foi rejeitado por Deus.
Seu comportamento em relação ao ungido Davi, mostra o por que dele ter sido rejeitado: Uso de armas satânicas contra o ungido:
- Descaracterização: Você nem pastor de ovelhas é direito, (poucas ovelhas) e quer ser guerreiro?
- Imposição de Personalidade: Você é maldoso e presunçoso (mentira, era ele que era). Quem foi pra casa mais cedo esperando a unção foi ele (16:6).
* Como Davi respondeu? desviou-se dele e foi falar a outro.

2) O Ex-ungido – Saul (16:1)
Foi o escolhido, mas foi rejeitado pelo Senhor. Uma pessoa se torna ex-alguma coisa de três formas: Deposição, Finalização de tempo de mandato, ou Rejeição. Rejeição foi o caso de Saul. Quais são os sintomas de um ex-ungido?
a) Medo e falta de coragem de encarar situações extremas. Tenta ganhar tempo empurrando com a barriga (16:11/32).
b) Desanimar e tentar matar a chamada de um ungido (16:33).
c) Vestir e armar o ungido. Roupas e armas de ex, não servem a ungido. (Tentativa de tirar humanizar a conquista, e tirar a glória de Deus).
O que fez Davi?
a) Encorajou o medroso (32) ex. b) Contou-lhe experiências secretar com Deus (34 e 35). c) Preferiu usar armas as quais estava acostumado 40).

3) O Anti-ungido – Golias
O princípio número um do anti-ungido e matar e destruir o ungido.
Quais são suas armas?
a) Desprezo. b) Zombaria c) Ameaças
Como responder a isso?
a) Mostrando a verdadeira arma (nome de Jesus) b) Usando princípios aprendidos no passado (ferir e depois matar) c) Usando a própria espada de Golias.
Virando a Mesa
Jz.1:7

Introdução: Virar a mesa é uma expressão popular que significa sair de um estado de humilhação e fracasso, assumindo um posicionamento vitorioso. A Bíblia nos mostra exemplos abençoadores de situações assim.

1) Adoni-Bezeque, maioral dos cananeus, capturou e prendeu setenta reis, e os humilhou:

a) Cortando seus polegares: Tirando seu equilíbrio e destreza: Não conseguiam mais fazer o que faziam na guerra e nas artes.
b) Fazendo-os comer migalhas: Migalhas não são sobras. Migalha é descartável. Ninguém come.
c) Sujeitando-os a humilhação debaixo de uma mesa: Rebaixados de sua realeza, sem herança, sem coroa, sem futuro.

2) Não sabemos o que aconteceu aos reis, mas sabemos o que aconteceu a Adoni-Bezeque: Pagou com a mesma moeda. As tribos de Judá e Simeão fizeram mais do que isso: O mataram. Mande um recado pra seu inimigo (Sal.7:15).

3) Como é o final de quem está debaixo da mesa:

a) Convocado a reassumir sua realeza (Mefibosete)
b) Comer na presença dos inimigos (Sal.23:5)

Pr. Josias Almeida


Obrigado por chegar até aqui. Entrei também nessa onda dos blogs... Não sei muito bem como funciona, mas vamos lá...

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